Rinoplastia Secundária

Rinoplastia Secundária

Rinoplastia Secundária ou Revisional

A Rinoplastia secundária ou revisional é uma cirurgia reparadora usada para corrigir alterações após um trauma ou uma cirurgia que não obteve o resultado pretendido, tanto na parte funcional quanto na estética. 

Em alguns casos, pode ser um procedimento simples, como a retirada de fibrose/irregularidade. Porém, muitos casos são complexos, exigindo conhecimentos profundos de otorrinolaringologia e cirurgia plástica facial. O uso de enxertos do próprio nariz (septo) ou externo (orelha/costela) pode ser necessário. O que será realizado pode ser previsto na consulta de avaliação antes da cirurgia e discutido a técnica e recuperação especifica para seu caso. Priorizamos a menor intervenção que obtenha o melhor resultado possível.

Utilizamos a técnica InvisiTouch que busca a beleza, naturalidade e sem cicatriz, para fazer o possível em trazer a naturalidade, respiração e beleza para o nariz.

Acredito que a técnica endonasal/fechada (utilizada na InvisiTouch) mantém a vascularização endonasal e além da cicatriz, ajuda no sucesso da cirurgia por manter a nutrição da ponta nasal. Em pacientes que realizaram cirurgias anteriores isso é extremamente  importante pois evita complicaçōes. 

Em geral, a cicatrização é mais demorada que em uma cirurgia primária, podendo levar até 2 anos. Mas, na maioria dos casos, o procedimento é recompensador e é possível grande melhora estética e/ou funcional.

Rinoplastia Secundária: Perguntas Frequentes

A Rinoplastia Primária é a primeira cirurgia realizada no nariz.
A Rinoplastia Secundária é tecnicamente mais complexa, pois envolve:

  • Presença de cicatrizes internas (fibroses cicatriciais)
  • Alteração da anatomia original
  • Possível necessidade de enxertos estruturais


É uma cirurgia que exige experiência específica.

Ela é indicada quando o paciente apresenta:

  • Insatisfação com o formato do nariz após a primeira
    cirurgia
  • Assimetria nasal
  • Nariz muito artificial
  • Colapso da ponta
  • Problemas respiratórios
  • Deformidades como retração, irregularidades ou “nariz pinçado”


Cada caso precisa de avaliação individualizada.

O ideal é aguardar pelo menos 12 meses após a primeira cirurgia.

Esse período permite que o edema desapareça e que os tecidos se estabilizem, possibilitando um planejamento mais preciso.

Sim é mais difícil. É considerada uma das cirurgias mais desafiadoras de toda a cirurgia plástica.

Frequentemente é necessário:

  • Reconstrução estrutural
  • Uso de enxertos de cartilagem (septal, auricular ou costal)
  • Técnica refinada para preservar vascularização

É muito segura na técnica fechada InvisiTouch, que preserva a vascularização.

Por isso, a escolha do cirurgião é fundamental!

Na maioria dos casos, já há uma cicatriz é da técnica aberta tradicional (pois é a técnica mais usada).

Mas usamos técnica fechada, sem cicatriz e que preserva a vascularização.

Sim. Muitos pacientes procuram a cirurgia não apenas por estética, mas por obstrução nasal após a primeira cirurgia.

A reconstrução adequada das válvulas nasais pode melhorar significativamente a função respiratória.

A previsibilidade depende de:

  • Quantidade de tecido disponível
  • Grau de cicatrização interna
  • Alterações estruturais prévias


Embora seja possível alcançar resultados naturais e harmônicos, o planejamento precisa ser realista e detalhado.

Sim.

  • Edema pode durar mais tempo
  • Resultado final pode levar até 12–18 meses
  • Acompanhamento pós-operatório é essencial


Cada paciente evolui de forma individual.

Na maioria dos casos, é possível melhorar significativamente o resultado, tanto estético quanto funcional.

Porém, a meta principal é devolver harmonia, naturalidade e estrutura segura, respeitando os limites anatômicos.

Dr Vinicius Bressan Zanette
CRM-RS 29.454
Cirurgia Plástica Facial
Otorrino

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